Coreografias encantam a platéia na abertura da "IX OLIGRAN".

As apresentações contaram a evolução dos ritmos e pregaram a paz mundial, marcando a solenidade com momentos de arte e cultura.
As coreografias ensaiadas durante mais de um mês pelas professoras Zélia Aparecida Milani Parizotto e Lourdes Lago Stefanelo encheram o Ginásio de cor, brilho, música e ritmo na solenidade de abertura da “IX OLIGRAN”. Tendo a colaboração de vários acadêmicos durante os ensaios, as diretoras dos espetáculos conseguiram formar verdadeiros corpos de dança com estudantes de Educação Física dos 1º, 2º e 3º anos. Os números tiveram por objetivo não só provocar o prazer estético, com movimentos harmoniosamente coordenados dos bailarinos, mas também de destacar que o ritmo está presente em tudo na natureza, sendo utilizado artisticamente nas mais diversas manifestações humanas. Para a professora Zélia Parizotto, o ritmo é a essência do movimento, seja na natureza, seja no ser humano. “Quando assistimos a uma apresentação de dança, prendemo-nos ao movimento e à música, sem saber que existe por detrás uma organização e sistematização do ritmo, sendo que a associação harmoniosa dos elementos – música, ritmo e movimento – nos leva descobertas sobre suas atuações no contexto educacional”, explica a professora. As suas coreografias contaram a evolução de alguns ritmos musicais, começando com uma dança indígena – cuja produção teve a fundamental contribuição de acadêmicos indígenas da UNIGRAN –, continuando por ritmos que marcaram as décadas de 60 e 70, com destaque à influência do cantor Michael Jackson, e chegando ao popular Axé da última década. As apresentações foram encerradas com uma dança pela paz mundial e pela aceitação das diferenças de crença, raça e posição social entre as pessoas. A liberdade de expressão e ação foi simbolizada na vestimenta dos bailarinos e nos panos de diversas colores e no descompasso dos movimentos dos integrantes. Aqui, o equilíbrio estético se deu pela diferença e não pela igualdade. “Nós quisemos mostrar que cada pessoa tem o seu ritmo. As pessoas têm interesses diferentes também, mas queríamos que se levasse em consideração que todos possam evoluir, independentemente das diferenças, com liberdade de pensamento e paz interior, paz em nosso país e, claro, paz nos cinco continentes”, disse a professora Lourdes Stefanelo.

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