Acadêmicos aprendem sobre tecnologias nas intervenções endodônticas

Dr. Júlio Almeida discutiu, ontem na II Jorgan, como os avanços tecnológicos estão melDATA_HORAndo o atendimento em Odontologia
Conhecidas como tratamento de canal, as enfermidades da polpa dental são prevenidas através da endodontia. A técnica que até poucos anos era mais trabalhosa passa por modificações, com o surgimento de novas tecnologias que ajudam na atuação do endodontista. Julio Almeida Silva, professor dos ID_CURSOs de especialização em Endodontia da UFG e da ABO – GO, falou sobre o assunto nesta quinta-feira, 10, durante a II Jornada de Odontologia da UNIGRAN. Além dos tratamentos de canais a especialidade odontológica normaliza os tecidos pulpares, tecidos que compõe o dente. Tomografia “cone beam”, instrumentos de níquel-titânio e aplicação de MTA são tecnologias desconhecidas para quem não conhece a endodontia, mas que atualmente facilitam o trabalho do profissional. “O avanço na área de diagnóstico é muito grande depois que a gente teve um ID_TIPO de exame específico para a Odontologia, que é a tomografia volumétrica. A gente consegue ver em três dimensões o que a antes a gente só tinha em duas para examinar e isso em termos de diagnóstico teve uma revolução muito grande”, disse Julio Almeida Silva em entrevista ao Decom. A tomografia cone beam (de feixe cônico) libera uma menor dose de radiação e tem qualidade maior de imagem, chegando a diferenciar as estruturas dentárias. “Dá para diagnosticar melhor as patologias e propor melhores tratamentos”, falou o professor. Esse ID_TIPO de exame ainda não existe em todos os lugares, mas já uma tendência para o mercado de atuação profissional. O palestrante abordou também a utilização de instrumentos de níquel-titânio. A composição do material é mais flexível, facilitando também o trabalho do dentista.“Tem uma melhor previsibilidade no preparo do canal radicular, se adapta ao trajeto do canal e desgasta somente onde tem que ser desgastado”, afirmou o Endodontista. O palestrante falou ainda sobre o uso de MTA- agregado trióxido mineral – um ID_TIPO de cimento utilizado em prognósticos que antes eram ruins. O procedimento realizado até a descoberta do MTA era a retirada do dentes, desde sua utilização as probabilidades de sucesso no tratamento são muito maiores. O professor finalizou a entrevista ao Decom falando sobre a ideia de trazer para Dourados um pouco da realidade desenvolvida no centro de pesquisa que atua em Goiânia. “Mostrar as perspectivas futuras da odontologia”, reforçou. (MC)

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