Jornalismo da UNIGRAN apóia Fenaj na defesa da formação superior.

Professor Bruno Barreto defende a categoria visando ao benefício da sociedade.
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir, neste semestre, sobre reID_CURSO que pleiteia a dispensa de registro no Ministério do Trabalho e o diploma de jornalista para o exercício profissional. O ReID_CURSO Extraordinário 511.961-1 foi interposto pelo Ministério Público Federal e pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo, contra acórdão do TRF, da 3ª Região, que decidiu pela obrigatoriedade do diploma, em uma ação civil. A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) está organizando a categoria em defesa da manutenção dessa exigência, argumentando que a desregulamentação representaria retrocesso e prejuízo para a sociedade. O professor Bruno Barreto, coordenador dos ID_CURSOs de Comunicação Social da UNIGRAN, concorda com o ponto de vista da FENAJ. Para ele a formação acadêmica estabelece os métodos e as técnicas usados no jornalismo que asseguram o exercício da liberdade de expressão, com responsabilidade profissional e social. “Hoje, quem informa a sociedade é a mídia, quem vai levar o que acontece nos centros de poder à população é a mídia, os meios de comunicação, através dos jornalistas, um jornalista mau preparado, que não tenha condições de exercer essa função vai levar que informação a essa população?”, indaga o coordenador. O professor acredita que os grandes veículos de comunicação não vão deixar de contratar profissionais formados, caso haja a aprovação da desregulamentação. “Há também a questão financeira, o piso salarial também vai diminuir se houver a desregulamentação da profissão, entretanto, os grandes veículos de comunicação vão continuar contratando profissionais, pois esses estão mais preparados para exercer a função de Jornalistas”, reforçou. Para o representante do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), José Carlos Torves, o que falta é informação, principalmente nessa transformação da profissão com as inovações tecnológicas. “Há uma carência de informações, especialmente dos profissionais de se preparar e saber o que vai ser o Jornalismo em pouco tempo com as novas tecnologias”, afirmou José Carlos Torves, em entrevista a esta coluna, durante o “X Intercom Centro-Oeste”, evento realizado na UNIGRAN, no mês passado. Torves acredita que o contato entre as organizações profissionais e a universidade deve ser mais freqüente e que a preocupação em garantir uma boa formação é o que vai qualificar o profissional. “Quem se preocupa com uma boa formação vai saber que rumo teremos daqui para frente; eu faço um balanço positivo dos rumos do jornalismo, não só do mercado de trabalho, mas também da valorização dessa profissão”, reforçou. A FENAJ está fazendo uma campanha específica para os Jornalistas em defesa da obrigatoriedade do diploma. A Federação encaminhou panfletos para os presidentes de sindicatos, diretores da FENAJ, Comissão de Ética e Coordenação da Campanha do Diploma. O panfleto destinado à categoria contém informações sobre a Regulamentação, o que ela significa e quem perde com isso. (MC-JR) Links relacionados: http://www.stf.gov.br/bicentenario/principal/verDestaque.asp?numero=249811 http://www.oguapore.com/news/mostraUNIBLOG.asp?id=28277 http://www.fenaj.org.br/materia.php?id=2163 http://mauricioaraya.wordpress.com/2008/07/05/por-um-jornalismo-qualificado/

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