Equipes de Ed. Física e Fisioterapia garantem primeiros socorros em todos os jogos "IX OLIGRAN".

A postos em os jogos, socorristas estão tendo pouco trabalho. Até ontem, as ocorrências foram somente de contusões leves.
Poucas contusões e nenhuma de maior gravidade. Esse é o balanço que fez ontem a professora Ana Maria Carneiro, mestra em Enfermagem e professora da disciplina de Primeiros Socorros no ID_CURSO de Educação Física das ocorrências registradas durante a “IX OLIGRAN”. Ela é a supervisora das equipes de socorristas que estão presentes em todos os jogos, revezando-se em plantões nas três quadras esportivas e no campo de futebol da Instituição. Em cada evento esportivo, há pelos menos dois estudantes de Educação Física preparados a prestarem o primeiro atendimento aos atletas em caso de necessidade. “Nós escalamos alunos do 2º e do 3º anos que estão aplicando os conhecimentos teóricos e os treinamentos práticos da disciplina de Primeiros Socorros, que eles têm durante um ano”, disse a professora Ana Maria. Ela observa que acidentes e mal-súbitos são riscos presentes nos esportes, especialmente, aqueles que são caracterizados pelo contato físico e exigem velocidade e movimentação, como o basquete, o handebol, o futebol e o judô. Isso requer dos professores de Educação Física, recreadores e instrutores de academias uma formação adequada para poderem prestar o primeiro atendimento ao atleta no caso de ele sofrer uma contusão. Por isso, durante a “IX OLIGRAN”, a professora Ana Maria está utilizando os jogos como aulas práticas de sua disciplina, nas quais os “socorristas” prestam assistência imediata e avaliam as condições gerais do atleta ou da atleta após uma contusão. Em casos de entorses e outras lesões mais severas, os jogadores devem ser encaminhados para a Clínica de Fisioterapia, onde também há equipes a postos para prestarem tratamento na especialidade de Fisioterapia Desportiva. “Os acadêmicos de Educação Física fazem prestam atendimento nas contusões leves e avaliam se o atleta pode voltar à quadra. Em caso de trauma mais intenso, é o fisioterapeuta que faz o tratamento. Mas, felizmente, até agora não tivemos nenhuma lesão grave”, disse a professora. Ela informou que, nesta OLIGRAN, as disputas de handebol foram as que mais exigiram trabalho dos socorristas – seguida, vêm as de basquete e de futsal – sendo que as regiões do corpo mais afetadas são o punho, a coxa e o tornozelo. Nas cerca de oitenta partidas realizadas até esta quarta-feira, envolvendo um grande número de atletas, os socorristas foram mobilizados em menos de quinze ocasiões. “Não foram muitos os casos; mas de todo modo, a gente conta com apoio terapêutico”, finalizou a supervisora.

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