22/09/2003 17:09

A importância do atendimento fisioterapêutico precoce.

Estagiária Aline Soares auxilia paciente a sair andando da Clínica, para a alegria da mãe e da professora que orienta o tratamento.
“No começo, ela só entrava aqui em cadeira de rodas. Agora, ela já entra andando”, disse dona Cleide Betoni Matoso de Almeida, feliz com a recuperação que a filha vem apresentando. Quatro meses atrás, quando, ao cavalgar, Priscila sofreu uma queda e bateu fortemente com a cabeça no chão, a família passou por um drama. “Ela ficou muito ruim e o médico achou que ela não ia amanhecer”, lembra a mãe. Mas a estudante de 14 anos de idade resistiu ao traumatismo e, superada a pior fase, ela foi encaminhada para a Fisioterapia. A providência foi essencial para a sua recuperação. “A lesão dela foi grave, mas ela tem um prognóstico bom porque ela é jovem e, uma coisa importante, foi atendida no início da patologia”, disse a professora Ângela Cristina de Lima, fisioterapeuta encarregada do Setor Neurológico da Clínica-Escola de Fisioterapia da UNIGRAN. A professora explica que Priscilia foi vítima de Traumatismo Crânio-Encefálico, TCE, chegando à Clínica bastante debilitada, sem controlar o tronco ou manter-se sentada, sequer. Por meio de técnicas fisioterápicas para casos como esse, a paciente já consegue passar da posição deitada para sentada, de sentada para a em pé e a andar com a ajuda de alguém. “Temos um prognóstico bom e esperamos que até o final do ano, ou num prazo de seis meses de atendimento, ela consiga ainda mais independência”, espera a professora.
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