27/08/2014 07:51

Cursos do Congresso da Saúde apresentam novas áreas de atuação

Novas tecnologias e ferramentas foram temáticas nos diversos minicursos

Palestrantes debateram novas técnicas e áreas de atuação durante minicursos

Durante os três dias em que aconteceu o V Congresso Interdisciplinar da Saúde da UNIGRAN, mais de quarenta minicursos abordaram os mais variados temas em todas as áreas de atuação do profissional da saúde e reuniram, tanto acadêmicos, como profissionais, para debater novidades.

Alguns deles apresentaram campos de atuação um pouco diferentes do convencional, como análise forense e investigação de acidentes aéreos. O farmacêutico Hemerson B. Alves foi o responsável por apresentar uma dessas novas áreas para os estudantes de Farmácia e Biomedicina.

“O que eu trouxe para os alunos é uma visão da profissão, de como nós produzimos as provas materiais e o dia a dia do perito criminal. Por exemplo, um sangue ou um vestígio deixado no local, o tratamento anatômico das pessoas, a própria computação forense, o profissional da saúde teria total aplicabilidade nesse sentido”, explica o palestrante

O recém-formado que quiser seguir esse caminho, porém, precisa estar preparado para mergulhar ainda mais nos estudos. “Em todo o Brasil os estados estão abrindo concursos. Eles geralmente têm uma percepção salarial boa, então são muito concorridos. É preciso estudar de 6 a 8 horas por dia e ter em mente que cada vaga tem uma concorrência de 300 candidatos. E, mais que isso, é preciso gostar da área criminal”, aconselha Alves.

Já a 1ª Tenente da Aeronáutica e psicóloga Marcela Ortolan, conversou com os acadêmicos de Psicologia sobre a atuação profissional na investigação e prevenção de acidentes aéreos. “O profissional faz parte de uma comissão e vai encontrar quais foram os elementos dentro da parte de fatores humanos que influenciaram para que aquele acidente acontecesse”, conta.

Segundo ela, esse caminho também exige dedicação. “O mercado tem poucos profissionais, porque a formação é toda feita pela Força Aérea. Normalmente os profissionais são militares e alguns das companhias aéreas. Como civil também é possível trabalhar na área, mas o caminho é mais longo”, explica.

Além de tudo isso, o psicólogo precisa estar preparado para lidar com a pressão. “Quando a mídia divulga um acidente, ele envolve grandes perdas ou grandes pessoas, então o investigador tem que aprender a lidar com o assédio. E precisa saber como vai falar, como vai se posicionar, para não dar uma informação incorreta”, alerta.

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