09/04/2014 07:58

Mudanças sociais impulsionam jornalistas a buscar novas formas de noticiar

Estudante de jornalismo durante gravação do TV Aberta

As novas formas de se fazer notícia estão em ascensão com o aprimoramento das mídias sociais. Com isso, o mercado de trabalho para o jornalista deve acompanhar essas mudanças, de como trabalhar a notícia com as novas tecnologias. Na semana em que se comemora o Dia do Jornalista – 7 de abril –, a coordenadora do curso de Comunicação Social – Jornalismo da UNIGRAN, Gabriela Mangelardo Luciano destaca que a população está cada vez mais exigente com a forma e o meio em que são tratadas as informações.

O jornalista tem vivenciado situações cada vez mais intensas, são muitos os desafios, as rotinas estressantes e a desvalorização profissional. “Essas são cobranças que sempre fazem parte do universo jornalístico, agora vem acompanhado com a questão da conectividade e outras formas de comunicação. Essas cobranças são fundamentais para que o profissional se envolva nessas mudanças, fazendo com que se dedique a essa área e tenha a visão de mudança, ele pode modificar esse cenário a partir de todas essas novidades”, afirma Gabriela.

A professora menciona que “todas as oportunidades que as novas tecnologias têm proporcionado à comunicação, com as mídias sociais, estão presentes para mostrar a nova forma que as pessoas encontraram de se mostrar, de serem vistas, de comentarem e fazerem noticia. E o jornalista não pode ficar aquém disso ou fora dessa realidade”.

10 anos de Jornalismo na UNIGRAN

O curso de Jornalismo da UNIGRAN completa 10 anos de formação em 2014. A coordenadora Gabriela comenta sobre a trajetória e a responsabilidade do curso na região da Grande Dourados. “Podemos dizer, seguramente, que nós temos jornalistas formados pela UNIGRAN espalhados nas cidades do estado. As redações, as assessorias, se modificaram a partir do curso, houve uma profissionalização, acredito que o toque de qualidade”, garante.

A qualidade do curso e dos profissionais que foram colocados no mercado de trabalho acabou pressionando para que ocorresse uma mudança nos veículos de comunicação, conforme a professora. “Isso é muito positivo. Temos egressos que nos enchem de orgulho. Profissionais que continuaram o legado da academia e estão fazendo mestrado, doutorado, outros que estão nas redações, nos veículos de TV, rádio, impresso ou em assessoria, realizando projetos”, comemora.

O acadêmico do 7º semestre, Miguel Doldan, decidiu fazer Jornalismo por gostar de contar histórias que merecem ser contadas e que as pessoas não conhecem. O estudante faz estágio na área e conta que “é papel do estagiário, especialmente em jornalismo, acrescentar coisas boas para melhorar o mercado, até para existir mais valorização, mostrar para as outras pessoas a importância da sua profissão”.

Miguel ressalta que quer a melhor parte de se fazer jornalismo, é contribuir para a sociedade. “Isso é inevitável para o estudante que gosta da profissão, sempre imaginamos fazer um texto que vá fazer diferença para alguma pessoa ou que contribua de alguma maneira para que a sociedade seja melhor, tanto melhor informada, quanto para rever conceitos” considera.

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