22/11/2013 13:46

Mães ‘anjos da guarda’ são personagens de livro de acadêmicas de Psicologia

Lançamento de livro

Acadêmicas Eliane, Lilia e Samanta, de psicologia, são as autoras do livro

Doze mulheres participantes do projeto ‘Mães que apóiam’, no Centro de Convivência da Pessoa com Deficiência ‘Dorcelina Folador’, estão em páginas do livro. Amélia, Arlete, Aparecida, Célia, Cléia, Dianil, Elisa, Isaura, Iracy, Luzia, Maria Lindalva e Maria Nildete são personagens da obra ‘Mãe ou anjo da guarda?, de autoria das estudantes do último ano de Psicologia. Eliane Viegas, Lilia Branquinho e Samanta Penalva, da Unigran. O lançamento do livro será hoje, às 14h, no Centro Dorcelina Folador.

A obra retrata o histórico de mães de filhos com diferentes tipos de deficiências e que, mesmo diante de dificuldades, encaram a vida com perseverança e garra. Fundamentado na teoria psicanalítica, sob supervisão da psicóloga e professora Luciana Mariano, as autoras do livro inicialmente tinham a ideia de homenagear as mães. A partir do momento que passaram a melhor conhecer a história de cada uma das mulheres, a proposta de escrever um livro foi amadurecendo.

Entre as 64 páginas da obra está a história de luzia Coimbra da Silva, de 49 anos. O filho mais velho dela, o Eder, de 31 anos, é deficiente intelectual. A luta da mãe não é somente com a deficiência do rapaz, pois ela também sofre de uma doença inflamatória crônica de tecido, o que a impossibilitou de trabalhar.

Na obra, ela é descrita como uma pessoa introvertida, contida em emoções, mas uma mulher que luta e persevera na busca de uma melhor qualidade de vida para ela e o filho.

Tem também a história de Maria Lindalva do Nascimento, de 46 anos. Aos 20 anos passou a morar com o homem que viria a ser pai de seus dois filhos. Um deles, Fábio, o primogênito, nasceu deficiente físico e intelectual e o marido a abandonou. Em seu depoimento, na obra, ela diz que o filho, atualmente com 23 anos, será sempre uma criança, a quem ela terá que cuidar em todos os aspectos. Ela diz que se proibiu de perguntar sobre o futuro e que não adianta chorar, reclamar. Com muito esforço Lindalva criou os dois filhos, conseguiu o sonho da casa própria e, além de cuidar do primogênito, ainda arruma tempo para se divertir com as amigas.

A obra tem edição limitada e será doada para amigos das autoras e as mães ‘anjos da guarda’. A partir do ano que vem, segundo as autoras, o projeto ‘Mães que apoiam’ no Centro Dorcelina Folador terá continuidade com outros acadêmicos. As reuniões são quinzenais e durante os encontros há trocas de experiências, suporte emocional e interatividade entre as mães e estudantes. (O Progresso)

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