08/11/2002 15:55

Fisioterapia, uma profissão em alta para os profissionais qualificados.

Os doutores Fernando Brunetto (camisa branca) e Luís Vicente, que ontem se reuniram com dirigentes da UNIGRAN, são representantes do INEP/MEC.
“O profissional recém-formado na graduação precisa imediatamente imaginar que especialidade ele vai seguir”, a recomendação é do fisioterapeuta Antonio Fernando Brunetto, mestre e doutor em Fisiologia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e docente de ID_CURSOs de graduação e pós-graduação da Universidade Estadual de Londrina (UEL/PR). Com mais de 20 anos de experiência em docência e pesquisas nos campos de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Fisiologia da Respiração, Fisiologia Cardiovascular, Metabolismo e Bioenergética, ele lembra que as especialidades da Fisioterapia começaram a se estabelecer na década passada, juntamente com a conquista de espaços em hospitais e clínicas médicas. O doutor Fernando Brunetto estima que, atualmente, hospitais com mais de cem leitos ocupam entre cinco e cinqüenta fisioterapeutas. Isso representa um avanço significativo, considerando que dez atrás havia nesses hospitais, eventualmente, um fisioterapeuta. “O crescimento do mercado (para o fisioterapeuta) é vertiginoso e o profissional qualificado não tem problema de colocação”, diz ele, especificando a dermatologia, a estética, a reabilitação pulmonar, a reabilitação cardíaca, a ortopedia, a neurologia e, também, a de ergonomia como áreas de crescimento ilimitado. Outro especialista de renome nacional no campo da Fisioterapia, o professor-fisioterapeuta Luís Vicente Franco de Oliveira, mestre em Educação, doutor em Ciências Biológicas e docente da Universidade Católica de Brasília (UCB), avalia que o mercado de trabalho para o fisioterapeuta deve se ampliar também na direção da Saúde Pública, dado que a Fisioterapia atua nos três níveis de atenção à saúde. “A Fisioterapia está perfeitamente inserida nos níveis terciário, secundário e primário de atenção à saúde (prevenção, cura e reabilitação), e a nossa política em saúde é reforçar a atenção primária, que seria a prevenção de doenças básicas que podem ser perfeitamente evitáveis; e, o fisioterapeuta tem exercido um papel de grande importância nesse sentido, atuando nos cuidados básicos de saúde, prevenindo e evitando o acometimento de lesões incapacitantes. Então, ele se enquadra perfeitamente no contexto de Saúde Pública Brasileira”, disse o especialista, que realiza estudos sobre o Sono e Insuficiência Cardíaca, Fisioterapia Pneumofuncional e Instrumentação Biomédica. Os professores Luís Vicente e Fernando Brunetto são dois dos cerca de vinte fisioterapeutas que detêm o título doutorado e atuam na área da Fisioterapia no Brasil. Eles integram uma das comissões do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do Ministério da Educação e Cultura, que avaliam as condições de oferta dos ID_CURSOs de graduação em Fisioterapia. Ontem, eles concluíram a Avaliação do ID_CURSO de Fisioterapia da UNIGRAN, cujo resultado oficial deve ser divulgado pelo MEC dentro de um mês. Em reunião com a reitora da UNIGRAN, professora Rosa Maria D’Amato De Déa (1ª à esquerda na foto), com a pró-reitora de Ensino e Extensão, professora Suzana Maria Curcino Pedroso Schierholt e com a coordenadora do ID_CURSO de Fisioterapia, fisioterapeuta Ângela Midori Kuraoka de Oliveira, os avaliadores comentaram que tiveram as melhores impressões da UNIGRAN e que o ID_CURSO de Fisioterapia da Instituição está muito bem instalado.
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