20/09/2012 07:58

Para obter benefícios, a caminhada deve ter um ritmo certo

Acadêmicos acompanharam e orientaram as pessoas durante a caminhada
A caminhada é um dos métodos mais fáceis e simples de se exercitar. Além de ser eficaz para perda de peso esse exercício contribui para a diminuição do colesterol ruim, redução da pressão sanguínea, dos riscos de doenças cardíacas, osteoporose, diabetes e do estresse. Mas para que a caminhada faça efeito é necessário que o ritmo e a frequência sejam corretos e isso muda de pessoa para pessoa. O melhor profissional para orientar nesse momento é o educador físico, por isso o ID_CURSO de Educação Física da UNIGRAN vem realizando orientações de caminhada nos principais pontos da cidade. Na última semana os acadêmicos estiveram na praça do Parque Alvorada. “O objetivo é orientar as pessoas quanto aos efeitos que a caminhada pode proporcionar. Orientamos quanto a frequência a intensidade e a duração da caminhada. A princípio todas as pessoas podem caminhar só que tem que ter orientação do profissional pois existem fatores de risco que devem ser obedecidos”, afirma Carlos Muchão Castilho, coordenador do ID_CURSO. Conforme Muchão para saber se as pessoas podem ou não fazer a caminhada, ou de que forma podem fazer, os estudantes realizam um protocolo, “é feito uma pequena anamnese, ou seja, uma entrevista, para ver se a pessoa se classifica em determinados fatores de risco. E quando há fator temos que fazer uma parceria com outros profissionais”, explica o coordenador. A acadêmica do 8º semestre, Daiana Vanessa Kottwitz, complementa, “aferimos a pressão cardíaca e usamos o frequencímetro para determinarmos o ritmo da pessoa. Independente da idade seja adolescente, idoso, obeso, hipertenso ou gestante em todos é realizado o mesmo procedimento”. Daiana ainda esclarece, “geralmente muitos vem para caminhada e faz errado, não pode ultrapassar a zona alvo, porque pode dar uma parada cardíaca. Mas também não pode andar muito devagar, sem alcançar a frequência, porque então não terá benefício nenhum, a não ser a perda de peso”. Após adoecer e também pelo excesso de peso o funcionário público Silvio Dias iniciou a caminhada a pouco mais de um ano. Silvio perdeu 18 quilos e sente os benefícios do exercício, “minha dor de cabeça sumiu, melhorou meu sono, e tenho melhor disposição”, conta. Marta Vieira é dona de casa e retomou a caminhada a um ano, “voltei a caminhar porque estava me sentindo um pouco “enferrujada”, tenho me sentido mais flexível e com menos dores nas pernas e no pé”, expõe. A dona de casa descobriu durante a orientação dada pelos estudantes que tem caminhado de forma errada, “quando eu chego na parte da descida eu dou uma corrida, e nessa corrida aumentou muito os batimentos cardíacos, então eles me instruíram para que eu apenas caminhasse normal”, conclui. (IO)
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