Amigo de gerações: professor do Colégio UNIGRAN ministrou aula para pai e filhos

Moita ajudou a formar parte da família Felipetto, na Faculdade e Ensino Médio

Moita com a família Felippeto

Dos 45 anos de existência do Colégio UNIGRAN, o professor Moisés Celso de Oliveira, mais conhecido como “Moita”, leciona há 33. Durante estas décadas, ele já ministrou aulas para pai e filhos, no Ensino Médio e Faculdade.

A história começou há quase 30 anos, quando o advogado Noemir Felipetto iniciou a faculdade de Letras. Na época, ele teve seu primeiro contato com o professor Moita, que naquele período lecionava Latim no curso. Desde então, os dois formaram uma amizade, que se perpetuou com os anos.

O tempo passou e Noemir teve dois filhos: Luís Felipe e Marco Aurélio. A dupla acabou estudando no Colégio UNIGRAN, onde Moita é professor da disciplina de Literatura.

“Mesmo eu estando fora da faculdade, sempre mantive uma amizade como ele. Nós sempre nos encontrávamos. E, por conta de eu ser amigo dele, quando eu vinha fazer a matrícula ou buscar meus filhos no Colégio, eu o encontrava muito e sempre conversávamos. E, claro, também houve a interação com eles, que chegavam em casa e falavam sobre as aulas ou que o Moita havia mandado um abraço”, recordou Noemir.

Luís lembra que o pai sempre contava histórias sobre o professor, da época da faculdade. “Eu já sabia que o Moita dava aula e meu pai falava que ele tinha uma letra bonita, que ele não usa livros, que chegava só com um giz e nada mais. Eu achava isso bom, porque ele dá aula há anos aqui, deu aula para o meu pai, então sabia que ele era um bom professor”, afirmou o rapaz, que atualmente é acadêmico de Direito na UNIGRAN.

Marco foi o último Felipetto a ter aulas com o Moita. Formado no Ensino Médio neste ano de 2022, ele irá cursar Medicina. O estudante assegurou que a aprovação se deu pelas aulas no Colégio, empenho dos professores, mas também pela bagagem conquistada com Moisés.

“Logo que a gente chegou, ele nos acolheu muito bem e era diferente, já que é um professor que tem muita bagagem de tantos anos, além de ter dado aula para o meu pai e meu irmão”, afirmou Marco. “Nós começamos as aulas e, durante o processo, nos apaixonamos. Realmente o Moita conquistou a gente em um ramo muito complexo, que é a Literatura, que às vezes não converge muito com muitas ideias e ele faz a gente se apegar muito mais às aulas”, completou.

“A aula tem que ser satisfatória. Quando a gente assiste uma aula chata, não prestamos atenção. Tem que ser uma coisa que te envolve. E o Moita faz isso muito bem, porque quando ele falava das obras literárias ele dava um contexto, ele contava uma história”, complementou Luís. 

Moita confessou que já está aposentado, porém decidiu continuar a ministrar aulas e, mesmo não tendo o mesmo pique de anos atrás, ele admitiu que estas experiências o enchem de orgulho.

“É um motivo de satisfação, porque à medida em que passa o tempo, a gente vai perdendo um pouco do pique. Eu já estou aposentado, inclusive, mas continuo dando as minhas aulinhas. E, quando acontecem estas circunstâncias, é motivo de orgulho, de satisfação, é uma sensação de dever cumprido”, frisou.

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