Equipe da UNIGRAN fica em 3ª lugar na 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites

Eles participaram da 3ª fase e esperam edital para saber se prosseguem para próxima etapa

Parte da equipe durante evento

A equipe da UNIGRAN, a UniSat-1, foi classificada em 3º lugar na terceira fase da 1ª Olimpíada Brasileira de Satélites. A etapa aconteceu no dia 18, na Universidade Federal de Goiás – UFG, em Goiânia/GO, e contou com equipes do Centro-Oeste.

A UniSat-1 é composta pelos egressos Maria Luiza Rech Capuci e Gabriel Carneiro Mangolin e pelos professores Luis Alberto Stussi e Wilson Passos, além do coordenador de Engenharia Mecânica, Igor Seicho Kiyomura, que está como colaborador, porém somente os docentes participaram desta etapa.

A Olimpíada acontece desde 2021. Desde então, a equipe conseguiu se classificar nas três etapas, sendo as duas primeiras teóricas e de testes e a terceira para colocarem o satélite em prática, por meio do seu lançamento através de um balão estratosférico. O objetivo do satélite é rastrear mercadorias perigosas, como combustíveis, agrotóxicos e munições.

“Esse satélite funciona como um servidor. Você envia para ele a localização, o trajeto, a velocidade, a temperatura, ou seja, todos os dados. Então, quando ele passa em cima da estação controladora, ele os envia de volta e a estação vê se ele está seguindo o caminho correto, se a temperatura está aumentando muito”, explicou o professor Luis.

A equipe contou que ficaram surpresos com a convocação para a etapa, já que não imaginavam chegar tão longe. “Deu um frio bem grande na barriga”, lembrou Stussi. “Foi algo que fomos desenvolvendo e acabamos ficando surpresos, porque fomos selecionados entre um número grande de equipes”, completou Igor.

Foram mais de 1500 participantes, divididos em 380 equipes, sendo que somente cinco foram selecionadas para a etapa do Centro-Oeste, sendo a UniSat-1 a única do Mato Grosso do Sul, na categoria Ensino Superior.

“A parte legal da história é que é um tipo de tecnologia que a gente não é muito acostumado a trabalhar. Com exceção do professor Luis, que tem um domínio maior dessa parte. Então, isso foi bem difícil de fazer. E, se não fosse com o apoio da Aceleradora Inova UNIGRAN e do professor, a gente não iria conseguir desenvolver até o final dessa terceira fase”, ressaltou Wilson.

A equipe ainda não sabe se passará para a próxima fase, porém eles afirmam que, após esta experiência, participarão de outras competições. “A intenção é justamente, a partir desse evento, criarmos uma linha de pesquisa fixa, aonde sempre teremos a entrada e a saída de alunos, participando desse tipo de projeto”, afirmou o coordenador Igor.

“Nós pretendemos participar de mais eventos. Por exemplo, há eventos de design de satélite, de foguetes. No Brasil está aumentando bastante essa cultura desse tipo de olimpíadas para poder fomentar a indústria aeroespacial brasileira, porque é algo que está em alta no mundo inteiro”, complementou Wilson. 

Por fim, os professores exaltaram a participação da UNIGRAN no processo, destacando a estrutura da Instituição, que proporcionou toda a produção do projeto. “A gente, como equipe isolada, não consegue fazer muita coisa, então a Inova pôde nos auxiliar porque tem uma equipe que ajuda a pôr o projeto pra frente”, constatou Stussi.

“Temos este tipo de tecnologia aqui na UNIGRAN e isso é de muita relevância, porque o nosso curso de graduação tem uma estrutura que muitas universidades não têm”, finalizou Igor.

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