Serviço Social deve ser desassociado de assistencialismo

Núcleo de Atendimento a Comunidade (NASC) da UNIGRAN é espaço para a prática profissional dos estudantes de Serviço Social da Instituição
Para grande parte da população o assistente social é aquele que faz assistencialismo, ou seja, faz caridade sem se preocupar em resolver o problema do indivíduo. A coordenadora do ID_CURSO de Serviço Social da UNIGRAN, Maria Madalena Marques Gehm, explica a verdadeira atuação desse profissional e a origem da confusão. Apesar de serem conceitos completamente diferentes, a confusão entre assistencialismo e Serviço Social tem explicação. “Foi uma profissão criada dentro de um contexto caritativo. Lá na Europa, há dois séculos, com as damas de caridade fazendo caridade para os pobres junto com a Igreja Católica”, explica a coordenadora. Ela deixa claro, porém, que isso é coisa do passado. “Hoje, nós temos no Brasil e em outros países, a Política Nacional de Assistência Social, que norteia e normatiza as ações do profissional”, explica. Por isso, as intervenções do assistente social de hoje visam a tornar a pessoa independente, identificando a causa do problema e auxiliando na sua resolução. A assistente social diz, ainda, que o assistencialismo é uma ação que nunca deve ser realizada pelo profissional, “ele jamais pode cair nesse erro”, enfatiza. Outro tabu que deve ser quebrado pela sociedade é a crença de que somente uma parcela da população precisa do assistente social. “Hoje cada vez mais a gente sabe que as problemáticas sociais estão crescendo. Desde a dependência química, violência intrafamiliar, alcoolismo, desemprego, questões previdenciárias, questões judiciárias, questões de saúde até questões de educação, são diversas situações”, enumera a coordenadora. Segundo a assistente social, todas as situações acima mencionadas não atingem só a população de baixa renda. “A gente vai trabalhar com idosos, crianças e adolescentes, mulheres, pessoas com deficiências, um leque, tanto de expressões, quanto de segmentos, e a sociedade tem que conhecer, deve saber que existe um profissional que trabalha diretamente com isso”, finaliza.

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