Estudantes, professores e demais funcionários da UNIGRAN demonstram indignação contra ofensa de candidato a prefeito.

Grupo iniciou passeata e apitaço na UNIGRAN, que terminaram na Praça Antônio João, em defesa da honra e do bom nome da Instituição.
Como parte citada negativamente por um candidato a prefeito, no debate político desta quinta-feira, na TV Morena, estudantes e professores da UNIGRAN saíram em passeata até o centro de Dourados e à Rádio 94 FM, na manhã de hoje, para exercer o direito de resposta. Os mais de seis mil alunos, 700 funcionários administrativos e professores, além dos cerca de onze mil profissionais graduados, ao longo dos 32 anos da UNIGRAN, sentiram-se ofendidos pelas declarações mentirosas do candidato, acerca da qualidade da Instituição. O movimento de repúdio se formou voluntariamente. “Fiz Direito, e agora estou fazendo o segundo ID_CURSO superior aqui, na UNIGRAN, que é Psicologia, e eu me senti atingida”, disse a acadêmica Ana Silva Capitão Vigário. Ela lembrou a participação dos profissionais e estudantes da UNIGRAN na vida de Dourados, nas mais diversas instituições. “Muitas pessoas que trabalham na Prefeitura, e para outras pessoas que estavam lá no debate, enfermeiros, jornalistas, se formaram aqui; todo mundo já foi atendido em nossa cidade por alguém que saiu daqui, achei uma ofensa muito grande”, disse indignada. O corpo docente também se sentiu ultrajado. “Nós não tivemos direito de resposta [e] essa manifestação é legítima”, falou a professora Cynara Bono, diretora da Faculdade de Ciências Exatas e da Terra. Para ela, a tentativa de denegrir a imagem de um concorrente ao cargo de prefeito – atacando a instituição que construiu com dignidade, zelo pela qualidade de ensino e respeito por todos – exige resposta política. “Os alunos se sentiram ofendidos e nós também, por isso, esse movimento é justo, não é um ato político e sim de cidadania, não é possível subestimar a nossa capacidade de organização e de fazer a leitura do contexto e do que foi dito”, disse a professora. O contexto é de campanha eleitoral, e o debate, último antes das eleições de domingo, foi transmitido ao vivo para o município. Profissionais e alunos de outras instituições se solidarizaram com a UNIGRAN. Isso porque a ofensa partiu de um professor universitário que sabe que são vários os critérios de avaliação do MEC, para aferir a eficiência e qualidade de uma instituição de ensino superior. “Nós temos obtido notas 3 e 4 nos ENADES – Exames Nacionais de ID_CURSOs. Cinco é o máximo, e nenhuma instituição do estado obteve a nota máxima 5 no último Índice Geral de ID_CURSO do MEC. As Comissões do MEC que avaliam in loco a UNIGRAN têm atribuído as notas 5 ou 4 em todas as avaliações”, observa a reitora Rosa Maria D’Amato De Déa, que elogia ainda o desempenho geral dos alunos no ENADE. “É só procurar no site do MEC, os resultados são públicos”, disse. Os alunos expressaram sua indignação no rádio e Praça Antônio João, onde exigiram do candidato desculpas pessoais pela gafe que cometeu, mas ele não compareceu. (JR)

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