Boa estética dental faz parte da saúde.

Durante a Jornada de Odonto, da UNIGRAN, prof. Sérgio Vieira falou que a boa aparência dos dentes influi positivamente na saúde psicológica.
Uma dentição antiestética pode afetar não só as funções dentárias, mas também a auto-estima. No ID_CURSO da área de dentística restauradora, realizado sexta-feira (5), durante a I Jornada de Odontologia da UNIGRAN e I Jornada de Odontologia de Dourados, o professor doutor Sérgio Vieira (PUC/PR), disse que é atribuição do dentista devolver ao paciente a saúde psicológica, quando a causa de uma provável timidez ou insegurança estiver na aparência dos dentes. “Existe, hoje, uma discussão sobre saúde psicológica, se o paciente está descontente, deixa de sorrir, põe a mão na frente ao falar, deixa crescer o bigode porque não gosta de seus dentes, então, você (dentista) tem que devolver a saúde psicológica dele”, disse o palestrante, pontuando que o bom funcionamento dos dentes não basta, se a beleza estiver prejudicada. Nesse ponto, entram em pauta os conceitos de beleza e as técnicas utilizadas nas restaurações dentárias. Durante o ID_CURSO "Reconstrução Estética em Dentes Anteriores com ResinaComposta – Fundamentos e Aplicação Clínica", Sérgio Vieira fez algumas ressalvas importantes. Uma delas é a de que os modelos prontos de beleza costumam dar um ar artificial à pessoa, especialmente, os que se baseiam na simetria. Por isso, os dentes considerados bonitos são aqueles que estão em harmonia com a boca e o rosto do próprio paciente como um todo. “A beleza está no conjunto, todo mundo é assimétrico”, comentou o palestrante, dizendo que certas irregularidades até são necessárias à aparência natural e funcionalidade dos dentes. “Se o paciente disser que quer os dentes mais compridos e [o dentista] somente aumentar os dentes da frente, eles vão quebrar-se; então, o resultado funcional é inerente à estética”, deu o exemplo. No ID_CURSO, falou sobre técnicas e materiais usados na dentística restauradora. Ele entende que importam mais à formação de um profissional o conhecimento e a experiência do que dom artístico, principalmente, na área de odontologia estética. “Não precisa ser artista para ser dentista, não tem ter dom estético, isso aí se desenvolve com treinamento, porque nada mais é do que aplicar a teoria na prática”, disse o professor, para quem a evolução das técnicas, equipamentos e materiais dessa área deve-se às exigências dos pacientes, sobretudo. O comentário se contextualiza na crença de é o mercado que induz as pessoas a melDATA_HORArem sua estética dentária. “Minha experiência é de que o paciente chega reclamando, não precisa induzir, ainda mais no Brasil, o brasileiro é muito estético, ele cuida do corpo, e generalizando, dos dentes também, então, o apelo estético no Brasil é natural”, disse, baseando a argumentação na quantidade de cirurgias plásticas que são feitas no país, anualmente. A I Jornada de Odontologia da UNIGRAN terminou no sábado, 6, com a realização de um Fórum Clínico e Científico que oportunizou aos odontológos a apresentar trabalhos de pesquisa. Onze profissionais comunicaram seus estudos e apresentaram painéis ao público. (JR)

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