Recuperação de áreas e química na Educação Básica são temas de miniID_CURSOs de Biologia da UNIGRAN.

Professora Ayd Oshiro disse que, com materiais recicláveis e criatividade, experiências químicas podem ser feitas sem o uso de laboratório.
Técnicas de recuperação de áreas degradadas e a química do cotidiano para a educação básica. Os assuntos foram debatidos durante os mini-ID_CURSOs na Semana Acadêmica de Ciências Biológicas da UNIGRAN, de 11 a 16 de agosto. Com o tema “Educar para preservar”, as temáticas são voltada à educação ambiental. A professora Zefa Valdivina Pereira, da UFGD, explanou as novas técnicas de recuperação das áreas degradadas. Ela informou que nem todas as áreas precisam utilizar a forma tradicional da recuperação, ou seja, o plantio. “Se área estiver próxima a matas, elas poderão regenerar o entorno, para tanto, é necessário isolar o local”, explicou. Porém, cada área apresenta características e degradação diferentes, sendo necessário fazer um estudo técnico para aplicar a melhor forma de recuperação. Outra alternativa, segundo a professora, pode ser feita por meio do banco de sementes, espécie de conserva de material genético para uso em recomposição, bem como pelo estimulo do resgate e conservação da natureza. Há também a técnica dos poleiros naturais para atrair os pássaros que reencontram nos locais degradados o repouso e a caça, e, ao mesmo tempo, deixam sementes para restaurar a vegetação. A professora explica que o sucesso da recuperação de uma área deve ser gradual, de forma que recupere a flora e a fauna. Do campo para a sala de aula, a professora Ayd Mary Oshiro, da UNIGRAN, apresentou aos participantes da Semana Acadêmica métodos simples de experiências químicas para trabalhar teoria e prática com os estudantes do ensino básico. Ela conta que não é necessário ter laboratório para estimular os alunos, basta o professor ter criatividade. Com garrafas pet de refrigerante, giz e reagentes químicos ela simulou o teste do bafômetro, que é utilizado para medir quantidade de álcool no organismo de uma pessoa. “É interessante conhecer que com métodos simples podemos fazer experiências. Em sala de aula os alunos têm a necessidade de trabalhar com a prática, não somente ficar preso nos materiais didáticos”, avalia a acadêmica de Biologia Thayza Gonçalves. Para ela, o mini-ID_CURSO de química do cotidiano abriu as portas para mostrar o quanto é significativo o professor desenvolver atividade prática com os alunos do ensino básico. Outras experiências também foram apresentadas pela professora Ayd Oshiro, todas com objetivo de mostrar que é possível aliar teoria e prática através de materiais recicláveis. “Se estimular o aluno visualmente ele vai passar a se interessar pela aula, consequentemente terá melhor rendimento”, finaliza. (FV)

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