Biomas e comportamento da Comunicação Social no Centro-Oeste são temas de debate.

Debatedores do X Intercom entendem que as questões ambientais devem ser tratadas sem sensacionalismo pela mídia.
O debate sobre ecologia, na agenda da pesquisa e do ensino em comunicação, e os impactos na biodiversidade nos ecossistemas sul-mato-grossenses foram os temas das mesas-redondas de sexta-feira, 06, do X Intercom Centro-Oeste. Professores das universidades da região falaram da preocupação em inserir o tema ecologia na matriz curricular dos ID_CURSOs e o que pode ser feito para o desenvolvimento da área na comunicação. Participaram das mesas, professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal da Grande Dourados(UFGD) e Faculdade Anhangüera. Lisbeth Oliveira, professora da UFG, falou sobre a necessidade de formação acadêmica de qualidade para a educação ambiental, que tenta desenvolver nos alunos do ID_CURSO. Ela acredita ser importante discutir os padrões de consumos atuais. “Podemos desenvolver, por exemplo, uma assessoria de comunicação que promova sustentabilidade, assessorando o consumo consciente”, disse ela. O professor da UFMT, Joubert Lobato Evangelista, diz que a região tem a necessidade de discutir sobre o meio ambiente. A conselheira do Intercom centro-oeste, Nélia Del Bianco, falou sobre o que a UnB desenvolve na área de Ecologia e Meio-Ambiente, e sobre a disciplina de Crítica da Mídia, que trata do assunto. “Como o sensacionalismo pode se tornar um risco, desse modo, a mídia não está contribuindo positivamente com o meio-ambiente e a sociedade. Deveria haver uma pluralidade”, reforçou. Os professores Josué Raizer, Fábio de Oliveira Roque, Jairo Campos Gaona, Joelson Gonçalves Pereira e Valter Vieira Alves Júnior, todos da UFGD, apresentaram estudos dos impactos na biodiversidade da região. Logo após, os alunos puderam sanar suas dúvidas sobre o mercado expansionista da cana-de-açúcar em Dourados, e o que afeta e vai afetar os biomas da região. O mediador da mesa foi o professor doutor Eron Brum. (MC)

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