Jornada de Farmácia debate o fotoenvelhecimento da pele.

Cirurgião plástico explica que o excesso de exposição ao sol acelera envelhecimento de todos os órgãos e da pele.
Com o avanço da idade, a pele começa a sofrer alterações gradativas, caracterizando o envelhecimento cutâneo. Mas a freqüente exposição ao sol, o “Fotoenvelhecimento”, acelera esse processo, causando lesões e até câncer de pele. O cuidado com a pele foi tema de palestra ontem, na 5ª Jornada Acadêmica de Farmácia da UNIGRAN, com o cirurgião plástico Denílson Drumond de Oliveira. O envelhecimento cutâneo pode ser dividido em envelhecimento intrínseco e extrínseco, ou fotoenvelhecimento. O intrínseco é decorrente do desgaste natural do organismo, causado pelo passar dos anos, sem a interferência de agentes externos e equivale ao envelhecimento de todos os órgãos, inclusive a pele. Já o fotoenvelhecimento, o mais intenso, ocorre devido aos danos causados pela radiação ultra-violeta. “O envelhecimento causado pela idade é mais suave, lento e gradual, causando danos estéticos pequenos. Já o fotoenvelhecimento é mais danoso e agressivo à superfície da pele, sendo responsável por modificações como rugas, engrossamento, manchas e o próprio câncer de pele”, afirma o cirurgião plástico. Segundo ele, o fotoenvelhecimento não é a intensificação do envelhecimento cronológico, mas tem características próprias muito diferentes do envelhecimento comum. Sendo assim, a pele apresenta características diferentes em áreas expostas e não expostas. Além disso, o sol passa a ser o principal fator em relação ao fotoenvelhecimento. As exposições repetidas ao sol durante toda a vida, principalmente na infância e na adolescência, exercem efeito sobre a pele de forma acumulativa. Dessa forma, Oliveira explica que enquanto jovem, a pele possui mecanismos que corrigem o dano solar, e os problemas se manifestam apenas com o passar dos anos, quando os mecanismos de defesa não conseguem mais reverter o mal causado à pele. O Sol é essencial para a produção e absorção de vitaminas pelo organismo, mas, segundo o cirurgião plástico, dez minutos de sol durante três vezes na semana é o necessário, desde que não seja entre as 10 e as 16 DATA_HORAs, período que os raios ultra-violeta prejudicam a pele. Para amenizar o fotoenvelhecimento, ele explica que basta evitar exposição solar excessiva, ou se proteger com óculos escuros, chapéu e filtro solar; evitar bronzeamentos, fazer hidratação de pele e ter uma vida com alegria, pois o estresse e o mau humor contribuem com o envelhecimento precoce. (FV)

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