Animais peçonhentos são temas de seminário na UNIGRAN.

Além de acadêmicos da UNIGRAN, alunos da UEMS também participam de palestras com o prof. Wanderlei Onofre.
Com o objetivo de capacitar o estudante a entender acidentes com animais peçonhentos, conhecer as formas de diagnóstico, bem como os exames que devem ser pedidos e a conduta correta na DATA_HORA de prestar socorro, o professor mestre Wanderlei Onofre Schmitz preparou, para os acadêmicos da área de saúde, duas palestra para um seminário que começou neste sábado à tarde, na UNIGRAN, e termina no próximo. “O importante é ensinar ao aluno como conhecer o quadro clínico da vítima para prestar um ID_TIPO de tratamento adequado, isso pode diminuir seqüelas ou até evitá-las”, disse o palestrante. Ele explica que os animais peçonhentos são os que possuem glândulas de veneno ligadas por dutos a dentes ocos, ferrões ou aguilhões, por onde o veneno é injetado na vítima. Nessa categoria, incluem-se as serpentes, as aranhas, os escorpiões, as lacraias, as abelhas, as vespas, os marimbondos e as arraias. Wanderlei Schmitz diz que a falta de informação sobre como proceder em acidentes com esses animais pode levar a atitudes errôneas e agravar o quadro clínico do paciente. Ele disse os animais peçonhentos só atacam para se defender e quando se sentem ameaçados. “A grande maioria dos animais só agride quando eles se sentem coagidos. Raros são os animais agressivos, como é o caso da jararaca, a maior parte tende a fugir quando se sente ameaçada com a presença de seres humanos”. Na região Centro-Oeste, são registrados 37 casos de acidentes com animais peçonhentos, por cada 100 mil habitantes. A maior parte, na zona rural. (AV)

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