Palestra promovida pelo ID_CURSO de Contábeis incentiva o Cooperativismo.

Vice-presidente do Sicred falou sobre as vantagens e a função social do cooperativismo no Brasil.
Para desmistificar a idéia de que o cooperativismo é mero instrumento para a diminuição da carga tributária e para incentivar junto a acadêmicos dos ID_CURSOs de Direito, Administração, Ciências Contábeis, Administração Rural, entre outros a idéia cooperativista empreendedora, o ID_CURSO de Ciências Contábeis da UNIGRAN promoveu, no dia 30 de outubro, uma palestra sobre o tema “Cooperativismo: A Revolução do Século XXI”, tendo como debatedor o vice-presidente de Políticas Cooperativistas da Confederação do Sicred, Ênio Neinen. A palestra foi aberta pela pró-reitora de Ensino e Extensão da UNIGRAN, Terezinha Bazé de Lima, e pelo coordenador do ID_CURSO de Ciências Contábeis, Domingos Venturini. O evento foi também um incentivo ao cooperativismo, filosofia que, segundo Venturini, é um ramo de atuação crescente para os profissionais de Contabilidade e empreendedores. “Esse trabalho é o início de muitos outros que virão pela frente e qual é o nosso objetivo com essa iniciativa? Difundir o cooperativismo da maneira correta e desmistificar a crença de que o cooperativismo serve apenas para diminuir impostos, o cooperativismo realiza um trabalho social muito maior do que simplesmente isso”, falou o coordenador de Contábeis. Nessa linha, o palestrante – que é juiz titular do Tribunal Administrativo de ReID_CURSOs Fiscais do Rio Grande do Sul (TARF) – declarou que “não há ONG (Organização Não-Governamental) maior no mundo que o cooperativismo, que reúne mais de 900 milhões de pessoas em quase todos os países do mundo”. Ênio Neinen veio de Porto Alegre especialmente para falar aos mais de 700 acadêmicos e empreendedores que prestigiaram o evento. Falando da situação das iniciativas cooperativistas no Brasil, entretanto, esse número fica restrito a pouco mais de 2 milhões de associados, o que significa menos de 3% da população brasileira ligada a Cooperativas. Comparada com países desenvolvidos como Canadá e Estados Unidos, onde esse percentual ultrapassa os 40%, a situação do Brasil ainda é muito incipiente, mesmo sendo o país em que a “Constituição é a mais generosa de todas as Constituições do mundo sobre Cooperativismo. Temos um ambiente jurídico e constitucional extraordinário para o desenvolvimento do cooperativismo entre nós”, como destacou o palestrante. Neinen também explicou como se formam as cooperativas, as leis que as regulamentam e como funcionam, comparando sempre o cooperativismo de crédito com a performance das instituições bancárias convencionais. Ele enfatizou os valores do cooperativismo baseados na ajuda mútua, na responsabilidade democrática, na igualdade, na ética, na transparência e na responsabilidade social. “O cooperativismo nasce independente do estado, nasce pela vontade de seus membros, como uma associação autônoma de pessoas que encontram soluções para seus problemas dentro do sistema auto-gestionável na sua essência”, frisou ele, contrapondo a característica de peso igual para cada associado das cooperativas à sociedade de capital, em que o poder é exercido conforme a fatia financeira que cada um detém. (CN - CM)

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