II Jornada de Veterinária da UNIGRAN enfoca criação de bovinos na abertura.

No primeiro dia do evento, três das quatro palestras trataram do controle de doenças e técnicas que melDATA_HORAm a rentabilidade com as criações.
A pecuária bovina foi o tema predominante no primeiro dia da II Jornada Acadêmica de Estudos de Medicina Veterinária da UNIGRAN. O evento, que prossegue até sábado, iniciou, nesta quarta-feira, com quatro palestras sobre biotecnologias de reprodução, manejo sanitário, rastreabilidade bovina e medicina legal veterinária. Nesta quinta-feira, 09, o ID_CURSO recebe o presidente do Conselho de Medicina Veterinária de Mato Grosso do Sul, Roberto Rachid Bacha. A Jornada foi aberta pela diretora da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde da UNIGRAN, Adriana Mestriner, e pelo coordenador do ID_CURSO de Veterinária, Robson Cavalcante de Almeida. Com 228 inscritos, quando se limitaram as inscrições em 200 participantes, ele considera a presença de acadêmicos e profissionais ao evento como bastante positiva. “A participação dos alunos é maciça e temos aí muitos colegas também; então, acho isso muito positivo”, disse o coordenador. Na primeira palestra, o doutorando da Unesp e professor da UNIGRAN, Érikles Nogueira, fez uma abordagem aprofundada das técnicas de reprodução hoje utilizadas em propriedades de alta rentabilidade, discutindo desde a monta natural até a fertilização in vitro e o que chamam de sementes sexadas. “O veterinário que está sendo preparado para o mercado, e mesmo o já formado, tem que estar em contato com essas tecnologias para oferecê-las ao seu cliente e melDATA_HORAr a rentabilidade do produtor”, disse o veterinário. A rentabilidade é também preocupação nas pesquisas da Embrapa Gado de Corte, nos estudos sobre perdas provocadas por doenças e parasitos. O pesquisador Alberto Gomes, doutor em Ciências Veterinárias, trouxe dados atualizados sobre as pesquisas realizadas pela Embrapa para discutir questões relacionadas à sanidade animal e que afetam diretamente a produtividade das criações de bovinos. Ele avalia que o evento tem a importância de somar mais conhecimento ao que os alunos aprendem em sala de aula. “É como provocar uma tempestade cerebral, para que o aluno reflita sobre o que ele viu hoje com o conhecimento que ele tem, para buscar mais informações para o dia-a-dia da vida acadêmica e, depois, da profissional”, falou o pesquisador. Também convidado da Embrapa Gado de Corte, o pesquisador Pedro Paulo Pires procurou mostrar que a rastreabilidade bovina, sistema que tem em registro toda a vida de um animal, pode ser lucrativa, apesar de grande parte dos produtores o rejeitarem por considerarem que a rastreabilidade a imposição de uma despesa a mais. “O Brasil vai ter que fazer o rastreamento, assim como fazem os outros países. Ou nós nos engajamos ou a gente vai perder mercado”, disse o pesquisador. Na quarta das doze palestras da programação do evento, o tema foi Medicina Veterinária Legal. O assunto foi tratado pelo mestrando da Unesp e professor de Patologia Veterinária Paulo Felipe Izique Goiozo, que traçou um histórico dessa especialidade, obrigatória nos currículos de Medicina Veterinária desde 1832. De manhã até a tarde, o anfiteatro da Instituição ficou lotado, denotando o envolvimento e o interesse dos participantes da Jornada. “Essas palestras são muito boas para o nosso desenvolvimento como universitários. Espero que a UNIGRAN promova vários eventos como esse, para que possamos, cada vez mais, estar nos aprimorando para o meio em que nós desejamos trabalhar”, disse a acadêmica Roberta Sato, do 2º ano do ID_CURSO.

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