Alunos de Enfermagem "jogam" do lado de fora das quadras na XI OLIGRAN.

Diversas equipes de Enfermagem estão trabalhando no atendimento aos atletas e divulgando informações sobre prevenção de doenças, durante os jogos.
Atuando em conjunto com acadêmicos de Fisioterapia, os alunos do 3º semestre de Enfermagem estão tendo uma participação destacada fora das quadras, nos “XI Jogos da UNIGRAN”. Em cada partida, um grupo de cinco ou seis estudantes de Enfermagem está a postos para realizar o pronto atendimento aos atletas em casos de contusão. Até a manhã desta quarta-feira, a média de atendimentos era de quatro ocorrências por período, sem nenhuma lesão grave. Ao todo, cerca de 150 estudantes de ambos os ID_CURSOs estão envolvidos em ações de saúde, que se estendem às atividades educativas de prevenção de doenças. “A gente quase não tem equipes disputando os jogos; praticamente todos os alunos do ID_CURSO estão trabalhando”, disse a enfermeira e professora da disciplina de “Semiótica e Semiotécnica” Grace Chedid, uma dos cinco supervisores desse trabalho que virou um projeto de extensão integrado. Em cada ocorrência de contusão, o atleta recebe atendimentos fisioterápico – as turmas de Fisioterapia verifica se houve luxação, distensão muscular ou outra contusão ósteo-muscular – e das equipes de enfermagem. “Nós avaliamos se existem escoriações e a necessidade de procedimentos específicos de Enfermagem, como curativos, enfaixamentos, colocação de ataduras e verificação dos sinais vitais, é esse o nosso papel”, explicou Grace Chedid. Os acadêmicos de Enfermagem estão, ainda, aproveitando a OLIGRAN para realizar um trabalho de educação em saúde de abrangência inédita na Instituição de uma única vez. O ID_CURSO montou uma verdadeira feira de saúde, no saguão do Prédio 3. Além de um movimentado posto de vacinação contra a rubéola, febre amarela, hepatite B e sarampo, os alunos estão dando orientações ao público nos estandes com informações sobre diabetes, hipertensão, colesterol, doenças sexualmente transmissíveis, câncer de mama, de pele e de colo de útero. Nesse trabalho de orientação, os alunos não excluem sequer os professores, ressaltou a acadêmica Alexandra de Souza Santos, de 29 anos. “A Enfermagem está inaugurando um novo espaço na UNIGRAN e o nosso papel é levar a saúde e a prevenção para todos, inclusive para os docentes”, disse a estudante. Adriana Isabel Macedo, de 24 anos – que está na equipe de informação sobre colesterol, DST e AIDs e planejamento familiar – disse que alunos e professores se sentem envergonhados quando o assunto é, por exemplo, o uso da camisinha nas relações sexuais. Quando solicitados a colocar um preservativo num de modelo de pênis em plástico, muitos demonstram um perigoso desconhecimento. As brincadeiras que ela costuma ouvir podem ser sintomas de desinformação. “Os que mais brincam são os jovens, justamente os que deveriam estar mais bem informados. Também tem a questão de que eles são tímidos, ficam constrangidos, nem olham para gente direito, mas com um pouquinho de jogo de cintura – a gente tem que levar na brincadeira também, para descontrair a pessoa - eles acabam se rendendo”, disse a Adriana. Em outro estande, a vergonha de discutir certas questões de saúde também pode matar. A acadêmica Juliandia Nepumoceno Cavalcante, 22, explica que o câncer de mama foi um dos temas escolhidos por sua turma, porque o público feminino é maior na UNIGRAN. Ela está ajudando na orientação das moças e senDATA_HORAs a conhecerem melhor o próprio corpo e para que não se acomodem na idéia de que o câncer incide somente nas mulheres de mais idade. A recomendação dela é a de procurar um médico ao menor sinal de anormalidade. “É interessante observar que as pessoas que estão passando por aqui acham que o câncer só acontece em pessoas mais velhas, mas a mulher pode ter um nódulo desde jovem e quando dá conta dele, já está numa idade mais avançada. Por isso, o nosso trabalho é mais de conscientização, orientando a fazer o auto-exame, a mamografia e a procurar um especialista quando perceber um carocinho, secreção ou ferida nos seios”, falou a acadêmica.

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