NORMAS

UNIARTE 32 anos /XIII Encontro Multidisciplinar de Educação:CRIAÇÃO, MEDIAÇÃO E DIFERENÇAS:
SENTIDOS E DILEMAS EM AMBIENTES EDUCATIVOS.

De 24 a 28 de Outubro de 2016

NORMAS PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS

Para o Evento serão aceitos trabalhos em forma de apresentação de PÔSTER e COMUNICAÇÃO ORAL, com base nas normas descritas nos itens I (Pôster) e II (Comunicação oral).
Para inscrição e apresentação serão organizados grupos de trabalho a partir das seguintes temáticas:

GT 1 - Formação de professores

GT 2 - Experiências didáticas

GT 3 - Produção em letras e arte

GT 4 - Produção em história, cultura e diversidade.

 

ORIENTAÇÕES GERAIS:

a) A apresentação de pôster e comunicação oral compreende relatos de experiências, ensaios e pesquisas em andamento ou concluídas, abordando temáticas novas ou já estabelecidas nas áreas da Educação, História, Letras e Artes.
b) Os trabalhos serão encaminhados apenas em forma de resumo, observando as orientações contidas no item III (normas para apresentação de resumos: comunicação oral e pôster).
c) Cada autor poderá inscrever até 3 (três) trabalhos (Comunicações Orais e/ou Pôsteres), sendo 1 (um) individual e 2 (dois) em coautoria ou 3 (três) em coautoria.
d) A taxa de inscrição será cobrada individualmente por autor e coautor(es), e não por trabalho.
e) Exigir-se-á a presença de um dos autores do trabalho para a sua apresentação.
f) Os trabalhos aprovados terão seus resumos publicados no caderno de resumo impresso, nos formatos referentes às sessões Pôster ou Comunicação Oral.
h) A lista dos trabalhos aceitos será divulgada na página eletrônica do evento a partir do dia 02 de outubro de 2016.
i) Os resumos dos pôsteres podem ser enviados até dia 30/09/2016 até às 24h no e-mail: uniarte@unigran.br. Assunto do e-mail: "PÔSTER UNIARTE”.
j) Os resumos das comunicações podem ser enviados até dia 30/09/2016 até às 24h no e-mail: uniarte@unigran.br. Assunto do e-mail: "COMUNICAÇÃO UNIARTE".


I - NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PÔSTER

Extensão Máxima: 1.500 caracteres ou 25 linhas
Fonte: Arial
Espaço: Simples
Alinhamento: Título (Centralizado); Autor e Instituição (centralizado); Texto (Justificado).
Dimensão do PÔSTER: 80 cm (Largura) X 120 cm (Altura) (tipo "Banner")

Material: Papel ou Lonita Sintética.

NO POSTER DEVERÃO CONSTAR AS SEGUINTES INFORMAÇÕES:

  • Título do trabalho (Centralizado/Negrito)
  • Nome do(s) Autor(es)* (centralizado)
  • Sigla da Instituição (após o nome do autor, centralizado)
  • Texto (Justificado) (Sem Parágrafo/Blocado)
  • 3 a 6 palavras-chave separadas entre si por ponto (.)
  • Imagens (Opcional)
  • Tabelas (Opcional)

 

*O(s) Nome(s) do Autor(es) e Instituição deverá vir logo abaixo do Título.

O POSTER FICARÁ EM EXPOSIÇÃO DURANTE O EVENTO

FIXAÇÃO DO PÔSTER:


Data: 24/10/2016
Horário: 18h30min às 21h.
Local: Salão de eventos (UNIGRAN)
Obs.: O autor (s) ou coautor (s) deve(m) estar presente(s) neste horário.

MODELO DO PÔSTER:

 

GESTÃO ESCOLAR E AUTONOMIA

 

Jocasta Cabral Serencovich¹; Sonia Maria Borges de Oliveira².
¹ Acadêmica do Curso de Pedagogia (UNIGRAN). ² Docente do Curso de Pedagogia e Artes Visuais (UNIGRAN).

E-mail: serencovichjocasta91@hotmail.com

Introdução: No contexto da gestão escolar a autonomia é um princípio cuja aplicação por vezes se mostra limitada. O discurso da autonomia na gestão escolar está presente tanto na legislação como nos documentos escolares. Entretanto, as possibilidades de exercê-la no cotidiano escolar pode ser limitada devido as articulações necessárias que a escola deve resguardar junto aos programas governamentais e as leis educacionais. Problema: Esta pesquisa é orientada pelo questionamento sobre quais os enfrentamentos no exercício da autonomia na gestão de uma escola. Objetivo: Apreender os limites e as possibilidades para o exercício da autonomia financeira, pedagógica e jurídica no âmbito da gestão escolar. Metodologia: Pesquisa de caráter exploratório que compreende estudos bibliográficos e pesquisa de campo. A pesquisa bibliográfica tem por base: Vitor Henrique Paro (1997; 2001), Jamil Cury (2002); Moacir Gadotti e José Eustáquio Romão (1997). A pesquisa de campo, em andamento, é realizada por meio de entrevista semiestruturada com pessoas da equipe diretiva da Escola Estadual Vicenti Palotti, na cidade de: Fátima do Sul- MS. Considerações finais (ou preliminares): A Lei 9394/96 (LDBEN) prevê dimensões de autonomia aos estabelecimentos de ensino, isto é, sobre a dimensão financeira afirma que a escola tem a incumbência de administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros e sobre a pedagógica garante a elaboração coletiva do projeto político pedagógico e de sua liberdade de ensino. A autonomia jurídica é aquela que possibilita que as normas de funcionamento da escola sejam discutidas coletivamente e façam parte do regimento escolar elaborado pelos segmentos envolvidos na escola. Os resultados desta pesquisa serão importantes para dimensionar as possibilidades da autonomia na realidade cotidiana de uma escola pública.

Palavras-chave: Gestão escolar. Autonomia. Escola Pública

II - NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE COMUNICAÇÃO ORAL
INFORMAÇÕES GERAIS:

  1. Somente um dos autores poderá apresentar o trabalho.
  2. A ordem de apresentação será definida posteriormente e informada aos autores.
  3. Nas salas, previamente divulgadas, será disponibilizado equipamento multimídia, Datashow e microcomputador.
  4. Os autores de cada trabalho terão, no máximo, 15 minutos para sua apresentação.  Na sequência, serão disponibilizados 5 minutos para perguntas do público.
  5. Um membro da Comissão Científica presidirá as sessões de Comunicação Oral, controlará o tempo e mediará o debate com o público presente.
  6. As apresentações serão realizadas pontualmente no horário marcado. No caso de cancelamento da apresentação por não comparecimento do apresentador, a sessão será interrompida e reiniciada no horário marcado para a apresentação seguinte que consta da programação.
  7. Não será cobrado um modelo padrão de slide.
Os arquivos devem ser trazidos para o evento salvos no pen drive em formato compatível com Microsoft Office (Power Point, Word 97-2003).

APRESENTAÇÕES
Data: 25/10/16 (TERÇA-FEIRA)
Horário: 14 às 17h              
Local: Salas de aula do Bloco III (UNIGRAN).

III - NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE RESUMOS: COMUNICAÇÃO ORAL E PÔSTER

RESUMO
Título e subtítulo (se houver), centralizado, em negrito e maiúsculo.
Autor(es): Nome(s) completo(s), um espaço simples abaixo do título, centralizado(s), seguidos da titulação, instituição e e-mail.
Fonte: Arial
Tamanho: 12
Texto: deverá conter de 200 a 300 palavras, justificado, em espaço simples.
 Palavras-chave: um espaço abaixo do resumo, de 3 a 6 palavras separadas entre si por ponto final.

MODELO:

O ENSINO DE ARTE NA INCLUSÃO DE ALUNOS CEGOS.

Marcia Helena Paludo Estevão¹; Maria Cristina Ruiz Benito².
¹ Acadêmica do Curso de Artes Visuais (UNIGRAN); ² Professora dos Cursos de Artes Visuais e Pedagogia (UNIGRAN).

E-mail: marcia_paludo@hotmail.com.

Introdução: A apresentação da pesquisa desenvolvida com o ensino de arte e educação especial neste trabalho tem como finalidade apresentar as possibilidades estéticas de aprendizagem da arte em ações pedagógicas com alunos cegos em dois espaços escolares. Objetivo: observar e analisar o processo de ensino de arte com alunos cegos no intuito de evidenciar as situações que possibilite uma aprendizagem criativa e significativa, com vistas a subsidiar ações em arte na perspectiva de uma educação inclusiva. Métodos: de característica qualitativa, a pesquisa foi desenvolvida mediante fundamentação de estudos que envolveram o ensino da arte e a educação inclusiva na especificidade da cegueira; também por meio de uma pesquisa de campo, cujos participantes, dois alunos cegos, um de uma escola de ensino regular e o outro de um centro de atendimento aos deficientes, ambos situados na cidade de Dourados, MS. Os instrumentos utilizados na coleta dos dados envolveram a observação da ação do professor de arte e do apoio, o diálogo aberto com os profissionais envolvidos no atendimento a estes alunos e a realização de ações pedagógicas com atividades artísticas desenvolvidas com os dois alunos para que pudessem criar esteticamente com diferentes materiais e suportes, específicos para as suas necessidades. Resultados e discussão: observou-se que os professores de arte, que não possuem especialização em educação especial, encontram dificuldades em desenvolver as atividades artísticas com os alunos cegos. Constatou-se que ambos os participantes possuem capacidade em desenvolver atividades artísticas, que desenvolvam a percepção estética, desde que auxiliados pelo professor e apoio e com materiais e métodos adequados e adaptados para suas habilidades. Conclusão: a análise realizada evidenciou a necessidade de mais debates sobre o tema e ações no sentido da formação do professor de arte, inicial e continuada, para que ocorra a inclusão no ensino de arte, de maneira natural.

Palavras-chave: Educação especial. Ensino de arte. Percepção estética. Cegueira.