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26/02/2007 - 11:34
UNIGRAN realiza conferência on-line com diretor do MEC.
Do Ministério da Educação, em Brasília, e dos pólos da UNIGRAN, em vários estados, os participantes parabenizaram a realização. A conferência sobre educação a distância, na sexta-feira (23), teve como convidado especial o diretor do Departamento de Políticas Públicas em Educação a Distância do Ministério da Educação, Hélio Chaves Filho. A palestra foi transmitida ao vivo para o país, via Internet, e teve a participação de educadores presentes nos estúdios de TV digital da UNIGRAN e em mais de cinqüenta localidades de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Maranhão, Tocantins, Paraíba, Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina e Paraná. “Muito boa a palestra e todos estão de parabéns”, assinaram mensagem pelo Chat, professores e alunos do pólo conveniado da Instituição na cidade paranaense de Matelândia. De vários outros Estados, os elogios foram para a UNIGRAN e, principalmente, para o Ministério da Educação e para o convidado ilustre. O doutor Hélio Chaves Filho explicou as razões do incentivo governamental à educação superior a distância, falou sobre a equivalência dos diplomas e dos modelos de ensino não-presencial brasileiro e internacionais, bem como dos papéis da tecnologia e dos professores nessa nova forma de interação social. O diretor do MEC lembrou que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), sancionada em 1996, e decretos complementares regulam a implantação e a oferta dos ID_CURSOs de graduação e pós-graduação a distância. Ele destacou que os diplomas têm equivalência e a validade legal dos diplomas de ID_CURSOs superiores presenciais, desde que emitidos por instituições regularmente credenciadas no MEC para oferecer EaD. Para obtenção do credenciamento, são feitas análises cuidadosas dos projetos pedagógicos e da capacidade da Instituição em oferecer essa modalidade de ensino. Devido às exigências legais, tecnologias necessárias e complexidade didática da educação a distância, para o palestrante, somente as Instituições de tradição no ensino presencial têm condições de oferecer ensino de qualidade, nesse sistema. “A idéia de se gravar uma aula e deixar para o aluno assistir é educação a distância, não existe mais, isso é uma transposição fajuta do ensino presencial. É preciso ter a participação interativa do estudante”, disse Hélio Chaves, explicando que a interação só é possível de se alcançar por meio de um conjunto de tecnologias, professores e estruturas físicas, como os pólos de ID_CURSOs, “que as instituições já estabelecidas têm mais condições de oferecer”. O convidado explicou que a educação a distância é uma necessidade para o Brasil, que ainda detém um dos índices mais baixos do mundo de acesso à educação superior – cerca de apenas 12% da população estudantil chega à faculdade. Em outros paises em desenvolvimento, essa proporção chegar a passar de 50%. “Se dez por cento dos 54 milhões de estudantes que estão hoje na educação básica chegarem à universidade, será necessário dobrar o número de vagas existentes a educação superior”, disse o diretor do MEC. Para Chaves Filho, o ensino a distância é fator de inclusão educacional. Ele disse, entretanto, que não se pode abrir da qualidade de formação dos estudantes e explicou as políticas de credenciamento e acompanhamento de ID_CURSOs EaD adotadas pelo MEC. Uma delas, diferencia o ensino a distância no Brasil dos modelos seguidos em outros países. Aqui, todo programa de ID_CURSO deve ter momentos de interação presencial, como nas avaliações de aprendizado, por exemplo. Essa regra não só atende às exigências de controle, como também é adequada à cultura do estudante brasileiro. Ademais, grande parte da população ainda não dispõe de acesso ao computador e à Internet. Razões como essas justificam a manutenção de pólos de ID_CURSO estruturados, com equipamentos e tutores que atendam às necessidades dos acadêmicos ao longo de seus estudos. Segundo o diretor do MEC, esse sistema está se mostrando mais eficiente do que os modelos de educação totalmente a distância e não-presencial. “Alguns países, como a Inglaterra, já reviram seus modelos e estão fazendo modificações”, disse. Hélio Chaves considera a formação do corpo docente, voltada para uma nova forma de interação entre o aluno e o seu “guia-amigo” (professor), como sendo de essencial importância para o sucesso de um programa de formação a distância. Ele destaca, igualmente, as modernas tecnologias como meios de se realizar a interação não-presencial. Nesse aspecto, ele se disse fascinado com a tecnologia de informação que a Instituição aplica em EaD e comentou que a UNIGRAN tem “um suporte com grande potencial de realizar o papel social da educação a distância na Região Centro-Oeste”. A conferência foi mediada pela reitora da UNIGRAN, professora Rosa Maria D’Amato De Déa, e prestigiada, entre outras personalidades, pelos professores Luiz Antônio Alvares Gonçalves, reitor da UEMS, Eveline Peters, coordenadora de EaD da UFMS, Sidnei Araújo, pró-reitor de ensino da UFGD, Suzana Schierholt e Terezinha Bazé de Lima, diretora de EaD e pró-reitora de Ensino da UNIGRAN, nessa ordem, pelo vice-presidente da Escola Superior de Advocacia, Wilson do Prado, e vice-governador do Estado e presidente honorário da Instituição, Murilo Zauith. (JR)
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