Pensamento do Dia:
"Você nasceu nesta terra, para testemunhar do amor de Deus em sua vida. Que privilégio!"
Dourados - MS, 16 de Dezembro de 2017

DEVOÇÃO MARIANA


06/12/2017 - A Medianeira e a sua maternidade espiritual. (4/5)


A doutrina a respeito da maternidade espiritual da Virgem Maria sobre os fiéis atravessou os séculos e se faz presente na Igreja até os nossos dias, inclusive nos principais documentos do magisteriais do Concílio Vaticano II, como a Constituição Dogmática Lumen Gentium e o Catecismo da Igreja Católica. Mas, novamente vamos partir da Palavra de Deus que, a respeito do Corpo Místico de Cristo, diz: “Um homem e um homem nasceu d’Ela”. Neste versículo do Salmo 86, “segundo a explicação de alguns Santos Padres, o primeiro homem que nasceu de Maria foi o Homem-Deus, Jesus Cristo; o segundo é um homem impuro, filho de Deus e de Maria por adoção”. Se Jesus Cristo, cabeça do Corpo Místico da Igreja, nasceu da Virgem de Nazaré, todos os predestinados, membros dessa Cabeça, também devem nascer dela, por uma consequência necessária.

Visto que, a mesma mãe não pode dar à luz a cabeça sem os membros, nem os membros sem a cabeça. Isso seria uma monstruosidade na ordem da natureza. Da mesma forma, na ordem da graça, a cabeça e os membros nascem também de uma só Mãe: a Virgem Maria.

Se um membro do Corpo Místico de Cristo nascesse de outra mãe que não fosse a Mãe de Deus, que gerou a Cabeça, não seria um predestinado nem um membro de Jesus Cristo, mas sim um monstro na ordem da graça. Por disposição divina, a Santíssima Virgem, “concebendo, gerando e alimentando a Cristo, apresentando-O ao Pai no templo, padecendo com Ele quando agonizava na cruz, cooperou de modo singular, com a sua fé, esperança e ardente caridade, na obra do Salvador, para restaurar nas almas a vida sobrenatural. É, por essa razão, nossa mãe na ordem da graça”. Essa maternidade espiritual de “Maria, na economia da graça perdura sem interrupção, desde o consentimento que fielmente deu na anunciação e que manteve inabalável junto à cruz, até à consumação eterna de todos os eleitos”. Isso significa que a mediação materna da Mãe da Igreja é universal e particular, que ela é “Medianeira de todas as graças”

Fonte: Canção Nova



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